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Por Vanessa
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29 de maio de 2011 |
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Nesses tempos atuais, em que as palavras da hora são sustentabilidade, reciclagem, em que não só devemos, mas temos que deixar o planeta mais limpo, há uma inversão de valores incrível que, para nós, nossa geração em diante, passa despercebido, mas se olharmos os hábitos antigos... Por exemplo: o lixo passou a ter um valor extraordinário para ser reciclado. É fácil se fazer campanhas sobre ser recolhido, o tempo de decomposição de cada coisa e tudo o mais... Pois vocês não imaginam o que eu venho vivendo há alguns anos referente a esses assuntos. Em frente à casa na fazenda onde meus pais moram há uma gameleira enorme (na verdade, a casa é que foi feita em frente à gameleira) que, como toda gameleira, tem o tronco, na sua parte inteira, muito baixo. Logo ela se divide em grandes galhadas que fazem dela aquela árvore enorme e linda. Essas galhadas crescem para cima ainda um tanto antes de se esparramarem, de tal forma que fica um oco fundo, liso e sem nenhum vento, nenhum frio e , obviamente, sem nenhum calor do sol. Pois não é que uma ave escolheu o oco da nossa gameleira para fazer seu ninho? Uma ave que conhecíamos muito (desde pequena eu a vejo por todo lado), mas não sabíamos nada a respeito de sua maneira de viver, dada a sua insignificância para todos. Fomos descobrindo aos poucos que, uma vez que ela escolhe um local pra seu ninho, não troca mais. Todo ano volta e tem um novo filhote. Ela é limpíssima, seu ninho super aconchegante, seu filhote é branquinho e com uma plumagem super macia. É absolutamente silenciosa, muitíssimo cuidadosa e fiel. Na maior parte do tempo o casal está junto tomando conta do filhote.
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Por Celinho Lessa
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21 de fevereiro de 2011 |
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Férias, tão sonhadas férias!!!! tivemos ( eu e Cleusa) a oportunidade de conhecermos desta vez as Costas do Cacau, do Dendê e do Descobrimento (esta, novamente, conheci em 77 foi um choque!!!)Visitamos inicialmente Ilhéus, onde ficamos na casa do Sr Castelo e família, nominalmente conhecido por nós por Fulviones. Muito chique, passamos junto o fim de ano, pegamos boa praia e tomamos todas diariamente. A esposa e filhos são uma simpatia e nos demos muito bem. De lá seguimos para Itacaré, .... |
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Por Marcelo Libanio
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26 de dezembro de 2010 |
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Prezados amigos e amigas, Fiquei longe por um tempo, pois perdi a minha senha e o meu login. A vida ajudou a complicar um pouco nos tirando daquilo que é prazeroso e nos leva a resolver o cotidiano caótico dos dias atuais. Saudades de todos quando vejo as fotos. Queria poder me encontrar com vocês ai em BH ou quem sabe em Viçosa. Mas tudo bem. Ao abrir o bandejão me deparo com mensagens de 2007 ainda e encontrei a Ângela Gontijo, que bom. E, também, reli o texto “Aventura nos porões da Ditadura”. Que bom que as pessoas gostaram. Ao final, lembrei-me do Zé Seródio. Vocês se lembram dele? Devem existir outros detalhes que não conheço. Bem, eu disse que era uma outra história. Conto, não conto. Vou contar. Viçosa, meus 20 anos, 1977, Fagner cantando “As velas do Mucuripe”, quanta nostalgia. No cantinho do Céu, hoje Bairro Santo Antônio, desenhávamos na parede onde foi transcrito um poema com uma música que o Fagner cantava (acho que o Bruno tem essa foto), daquelas casas onde moravam o Bruno Jellinek, o Edinho, a Mariana, Paulinho e Carlinhos Dayrell (aquele que se acorrentou em uma árvore em Porto Alegre para que não a cortassem!), Paulo Spyer (que fumava enquanto jogava futebol, tenso com o jogo!). Nas andanças pelo campus, na Bibliotequinha do DCE, encontrei um cara com chapéu de caçador de pato (aqueles prá ficar camuflado) e com um sotaque português diferente. 
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Por Gil
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19 de dezembro de 2010 |
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Mais um ano que termina e o site do Bandejão já vai pra mais de 4 anos de existência! Tivemos muitos altos e baixos, o que é normal num empreendimento desse, sem finalidade definida, sem regras estabelecidas (só temos uma), com momentos de muita participação e com alguns brancos onde nada de novo acontece. Mas já temos mais de 400 cadastrados, gente do mundo inteiro nos acessa, pessoal de Viçosa e alguns afins e vamos levando aos trancos e barrancos. Encontramos e reencontramos muitos amigos, mas vimos caras novas também! Esse ano terminamos pelo menos com as contas quase em dia, mas não estamos sendo cobrados pelo menos. Apesar de ficarmos mais de um ano sem contribuições, as vezes rolam alguns apelos e alguns contribuem, dando pra nos mantermos. Mas o que anda devagar por aqui são as contribuições de textos; a turma não é muito de escrever e talvez mesmo de ler! Já rolou discussão aqui sobre isso, sabemos que os acessos buscam mais são as fotos, é o mais fácil! |
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